Álbuns favoritos de 2026
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Kim Gordon
Fusão de trip-hop, eletrónica e rock. Menos abrasiva, sem as surpresas dos discos anteriores mas, ainda assim, estimulante. temas favoritos: Play Me, Not Today, Dirty Tech.
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Desde o som inicial que os tornava os mais fervorosos acólitos dos PIL até este sétimo álbum muitas metamorfoses sofreram sem, no entanto, perderem o dub pós-punk que tanto os caracteriza. Um álbum mais diversificado, com guitarras à Robert Fripp e piscar de olhos a Brian Eno e a John Cale. editados pela DFA Records de Brooklyn. Temas favoritos: Sidestepping, You Have Been Blessed, Visiting Dust Bunnies, Chef's Hat Renaissance.
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Hen Ogledd
Hen Ogledd, o quarteto mágico do norte de Inglaterra regressou com novos feitiços para combater os demónios e apelar à resistência num mundo que enlouqueceu. Um álbum que floresce quanto maior for a indisciplina dos seus músicos e o caos dos seus arranjos. Um caldeirão efervescente de folk, hip-hop, jazz e kraut-rock polvilhado de poesia, coros, sax, trompete, piano, tambores e guitarras. No final, mais do que a esperança, fica a certeza de que atrás destes tempos outros tempos hão-de vir. Temas favoritos: Scales will fall, Dead in a post-truth world e os escassos 20 minutos de Clear pools.
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Rain Dogs
superconcentrado de pós-punk em modo revivalista. a falta de novidade é compensada pela carga emocional explosiva e pelas boas referências com os Suicide à cabeça.
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Rafael Anton Irisarri
mergulhar neste disco é um blackout para o mundo.
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Mandy, Indiana
um ataque visceral e catártico à insanidade do mundo.
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Sunday Mourners
não é preciso inventar a pólvora. o tão anunciado fim das guitarradas volta a procrastinar. os sunday mourners resgatam o espírito de bandas como os Television, Felt, The Feelies e outros que tais.
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Dry Cleaning
O álbum mais consistente e com ares de novidade devido à produção da Cate Le Bon que lhes alargou o espectro sonoro (apesar da guitarra envinagrada continuar a ser o centro) assimilando estilos/técnicas funk, pop, auto-tune (no único tema que não tem guitarra), drones e até folk. Ao terceiro álbum soltaram-se um pouco das amarras pós-punk e até a vocalista, ou melhor, a letrista Florence Shaw, arrisca mais vezes a trocar a fala entediada por um cantarolar tímido mas ainda assim eficaz (a fazer lembrar a Alison Statton dos Young Marble Giants). Temas em destaque: "Hit my head all day", "Secret Love" e "Let me Grow and You'll see the fruit".
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